sábado, 11 de junho de 2011

Feliz dia dos Namorados

NUNCA DESISTA DE AMAR

O amor é eterno e maravilhoso em sua essência, capaz de realizar as mais importantes transformações em um ser humano.

Alguns vivem o amor em sua plenitude pelo simples fato de dispor dele em abundância. Aprenderam a amar, a se entregar ao ser amado e a estabelecer relacionamentos criativos. Outros sofrem com seu relacionamento amoroso. Depois de algumas decepções, tendem a se isolar e a adotar uma postura cética em relação ao amor. Preferem ficar em casa no sábado à noite, assistindo a um filme. Passam todos os fins de semana sozinhos. Nunca aceitam o convite de um colega para sair. No início, sentem-se aliviados, pois acham melhor evitar problemas do que sair em busca do amor. Mas, depois de algum tempo, a solidão começa a apertar o coração.

Nunca desista de amar. Assuma sempre o risco de demonstrar seu amor, mesmo que a outra pessoa não vá aceitá-lo, porque amar alguém não é um problema nem um defeito; é uma virtude. Se ela não aceitar o seu amor, o problema não é seu, pois, uma vez que você descobriu o jeito de amar, ficará faltando apenas encontrar um companheiro para a viagem a dois.

Se você está só, abra o seu coração, coloque um sorriso no rosto, retome o brilho nos olhos e acredite que a vida lhe prepara maravilhosas surpresas. Tenho a esperança de que com esta nossa conversa você tenha conseguido mais energia e inspiração para desfrutar melhor o Amor, uma realidade valiosa demais para ser banalizada.

E lembre-se: você é o autor da sua vida e é capaz de escrever uma história de amor muito linda, na qual receba e dê muito amor. Saiba sempre que amar pode dar certo, desde que você cuide do Amor com muito carinho e sabedoria.

O amor é eterno e maravilhoso em sua essência, capaz de realizar as mais importantes transformações em um ser humano, mas as pessoas atualmente se machucam muito porque não aprenderam a amar de uma forma plena.

O problema não está no amor. O ser humano não consegue ser feliz sozinho. Desistir de amar é deixar de lado uma parte fundamental da própria vida, e por isso mesmo é triste ver tantas pessoas tratarem o amor com desprezo, acharem as manifestações de romantismo algo feio e, principalmente, desistirem de viver um grande amor. Vale a pena amar, acreditar no amor, entregar-se ao amor. O amor satisfaz os nossos mais profundos desejos de compreender e ser compreendido, de valorizar e ser valorizado, de dar e receber.

Amar pode dar certo

O ser humano só pode existir em paz consigo mesmo se puder se relacionar com uma pessoa a quem diga, com palavras e gestos, "eu te amo" e de quem ouça com total sinceridade: "Eu também te amo".

Mas amar supõe evoluir todos os dias, conhecer o outro cada vez melhor, construir com ele um lugar no mundo em que as pessoas, ao entrar, sentirão que ali existe vida, carinho sincero, vontade de acertar.

Nos momentos de crise ou de mágoa, dizer "eu te amo" ao parceiro é ter a coragem de lhe dizer que ele fez algo de que você não gostou.

Nos momentos de alegria e êxtase, dizer "eu te amo" é saber compartilhar essa alegria com quem você ama, abrindo seu coração sem reservas.

Nos momentos de dor, dizer "eu te amo" é talvez não dizer nada, mas deixar evidente ao outro que você está ao seu lado aconteça o que acontecer.

Nos momentos em que você perceber que errou, a melhor maneira de dizer "eu te amo" é simplesmente dizer: "Desculpe pelo meu erro".

Nos momentos em que o outro errou, e está triste porque cometeu o erro, a melhor maneira de dizer "eu te amo" é se aproximar lentamente dele, colocar a mão em seu ombro e dizer suavemente: "Tudo bem, já ficou para trás".

Amar pode dar certo é a frase mais simples possível para traduzir a convicção de que nascemos para amar e ser amados, e que nossa felicidade consiste em realizar essa missão.
Roberto Shinyashiki


A equipe do blog viver o amor deseja a todos os casais um feliz dia dos namorados.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

O adolescente e o suicídio


Não conseguindo a auto-identificação mediante o processo de educação
a que se encontra submetido, ou portador de um distúrbio psicótico maníacodepressivo que não conseguiu superar, ou experimentando frustrações
decorrentes de conflitos íntimos, o adolescente imaturo opta pela solução
adversa do suicídio.
Sem estrutura emocional para enfrentar os imperativos psicossociais, ou
mesmo os desafios dos relacionamentos interpessoais, ou aturdido pelas
seqüelas das drogas aditivas, ou empurrado a plano secundário no lar, o
adolescente parece não encontrar caminho que deva ser percorrido, tombando
no autocídio infame, de conseqüências, infelizmente imprevisíveis e
estarrecedoras. Ignorando a realidade da vida na sua magnitude e profundidade, procura solucionar os problemas normais, pertinentes ao seu crescimento, da maneira mais absurda, que é a busca da morte, em cujo campo ressurge vivo, agora sob a carga insuportável da ocorrência elegida para fugir, do combate, que o elevaria a estágio superior de conhecimento e de auto-realização.
A existência corporal é enriquecedora, exatamente por ser constituída de
ocorrências, às vezes, antagônicas, que aparentemente se chocam, quando
em realidade se completam, quais sejam a alegria e a tristeza, a saúde e a
enfermidade, o êxito e o fracasso, a conquista e a perda, o bem e o mal, que se
harmonizam em fascinantes mosaicos de experiências, resultando em
vivências positivas pelo processo de atravessar e conhecer as diferentes áreas
do mecanismo da evolução. Não houvesse esses fenômenos díspares e
nenhum sentido existiria na metodologia do conhecimento, por faltar a
participação ativa nos acontecimentos que fazem o cotidiano.
A desinformação a respeito da imortalidade do ser e da reencarnação
responde pela correria alucinada na busca do suicídio, com a proposta de
encontrar nele solução para as dificuldades que são ensanchas de progresso,
sem as quais se permaneceria estacionado no patamar em que se transita. E
essa falta de esclarecimento é maior no período infanto-juvenil, como
compreensível, facultando a fuga hedionda da existência carnal, rumando para
a tragédia da continuação da experiência que se desejou abandonar, agora
piorada pelos efeitos trágicos da ação infeliz, que aumenta o fardo de desar,
exatamente por causa do alucinado e covarde gesto de fuga.
O ser humano está fadado à glória estelar, que deverá conquistar a
esforço pessoal, galgando cada degrau que o leva às alturas com o esforço
próprio, mediante o qual se aprimora e consegue superar-se. Toda ascensão
provoca reações compatíveis com o estágio que se alcança, exigindo
renovação de forças, ampliação de resistência para conseguir os cumes
anelados. É natural, portanto, que surjam impedimentos que se apresentam
como testes de avaliação, que selecionam aqueles que se encontram mais
bem dotados e fortalecidos para o êxito.
Desistência é prejuízo na economia da auto-realização e fuga é desastre
no empreendimento da evolução, que ninguém consegue sem grandes
prejuízos. No período de infância e de adolescência, o ser forma o caráter sob as heranças das reencarnações anteriores, que se expressam, nem sempre de
forma feliz, produzindo, às vezes, choques e dores que devem ser atenuados,
canalizados pela educação, pelos exercícios moralizadores, até que se fixem
as disposições definidoras do rumo feliz. Nunca, porém, a caminhada se dará
sem dificuldade, sem tropeço, sem esforço. Quem alcança uma glória sem luta,
não é digno dela.
O suicídio brutal, violento, é crueldade para com o próprio ser. No
entanto, há também o indireto, que ocorre pelo desgastar das forças morais e
emocionais, das resistências físicas no jogo das paixões dissolventes, na
ingestão de alimentos em excesso, de bebidas alcoólicas, do fumo pernicioso,
das drogas aditícias, das reações emocionais rebeldes e agressivas, do
comportamento mental extravagante, do sexo em uso exagerado, que geram
sobrecargas destrutivas nos equipamentos físicos, psicológicos e psíquicos...
O materialismo, que infelizmente grassa, sem qualquer disfarce, na
sociedade, que se apresenta em grupos religiosos, salvadas as naturais
exceções, coloca suas premissas no comportamento das pessoas e as propele
para a conquista hedonista, para o gozo material exclusivo, empurrando as
suas vítimas para as fugas alucinantes, quando os propósitos anelados não se
fazem coroar pelos resultados esperados.
O adolescente, vivendo nesse clima de lutas acerbas e não havendo
recebido uma base moral de sustentação segura, na vida física vê somente a
superficialidade, o prazer mentiroso, a ilusão que comandam os
comportamentos de todos, em terríveis campeonatos de loucura.
Desfilam os líderes da aberração nos carros do triunfo enganoso, e
muitos deles, não suportando a coroa pesada que os verga, são tragados pela
overdose das drogas do desespero, que os retira do corpo mais dementados e
atônitos do que antes se encontravam.
Noutros casos, são consumidos pelas viroses irreversíveis, especialmente
pela Síndrome de imunodeficiência adquirida, que os exaure e consome a
pouco e pouco, tornando-os fantasmas desprezíveis e aparvalhantes para
aqueles mesmos que antes os endeusavam, imitavam e buscavam a sua
convivência a peso de ouro e de mil abjeções.
O adolescente, cuja formação padece constantes alterações
comportamentais, necessitando de apoio e de diretriz emocional, desejando
viver experiências adultas, sem alicerces psicológicos de segurança, naufraga,
sem forças, arrastado pelas poderosas correntezas dos grupos sociais, nos
quais transita, grupos esses, quase sempre, constituídos por enfermos e
desestruturados quanto ele próprio.
Quando o lar se tornar escola de real educação, e a escola se transformar
em lar de formação moral e cultural, a realidade do Espírito fará parte das suas
programações éticas, sem o caráter impositivo de doutrina religiosa
compulsivo-obsessiva, porém com a condição de disciplina educativomoralizadora que é, da qual ninguém se poderá evadir ou simplesmente ignorar, então o suicídio na adolescência cederá lugar à resistência espiritual para enfrentar as vicissitudes e os desafios, mediante amadurecimento íntimo e compreensão dos valores éticos que constituem a vida.
Através de uma visão correta sobre a realidade do ser, do seu destino,
dos seus objetivos na Terra, o adolescente aprenderá a esperar, semeando e
cuidando da gleba na qual prepara o futuro, a fim de colher os frutos especiais
no momento próprio, frutos esses que não lhe podem chegar antes do tempo.
Descartando-se as impulsões autodestrutivas, que resultam de
psicopatologias graves, mas que também podem ser devidamente tratadas, as
ocorrências que levam ao suicídio na adolescência serão sanadas, e se
alterará a paisagem emocional do jovem, a fim de que ele desenvolva o seu
processo reencarnatório em paz e esperança, ganhando conhecimentos,
adquirindo sabedoria e construindo o mundo novo no qual o amor predominará,
a infância e a juventude receberão os cuidados que merecem na sua condição
de perenes herdeiros do futuro.


Fonte: Livro Adolescencia e Vida
Divaldo P. Franco
Ditado pelo Espirito Joanna de Ângelis

quinta-feira, 26 de maio de 2011

O Poder da Língua

Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois,  descobriram que o rapaz era inocente, ele foi solto, e, após muita humilhação resolveu processar seu vizinho (o caluniador).

No tribunal, o caluniador disse ao juiz:

- Comentários não causam tanto mal... e o juiz respondeu:
- Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel, depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa e amanhã volte para ouvir a sentença!

O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse:
- Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!
- Não posso fazer isso, meritíssimo! - respondeu o homem - o vento deve tê-los espalhados por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!

Ao que o juiz respondeu:
- Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos consertar o mal causado; se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!

Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.

No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que tu és, e outras que vão te odiar pelo mesmo motivo. Acostuma-te...
Quem ama não vê defeitos... quem odeia não vê qualidades e, quem é amigo, vê as duas coisas!!! 

terça-feira, 24 de maio de 2011

Conversas familiares de além-túmulo - A senhora Schwabenhaus

Vários jornais, segundo o Courrier dês États-Unis, narraram o fato seguinte que nos pareceu de natureza a fornecer o assunto para um estudo interessante:
"Uma família alemã, de Baltimore, veio, diz o Courrier dês États-Unis, de ser vivamente emocionada por um singular caso de morte aparente. A senhora Schwabenhaus, doente há algum tempo, parecia haver dado o último suspiro na noite da segunda para terça-feira. As pessoas que a cuidavam puderam observar nela todos os sintomas da morte; seu corpo estava gelado, seus membros rígidos. Depois de ter prestado ao cadáver os últimos deveres, e quando tudo estava pronto, no quarto mortuário, para o sepultamento, os assistentes foram em busca de algum repouso. O senhor Schwabenhaus esgotado pela fadiga, logo os seguiu. Estava entregue a sono agitado, quando, pela seis horas da manhã, a voz de sua mulher veio ferir seu ouvido. Acreditou primeiro ser o joguete de um sonho; mas seu nome, repetido várias vezes, logo não lhe deixou nenhuma dúvida, e se precipitou para o quarto de sua mulher. Aquela que deixara por morta, estava sentada em sua cama, parecendo gozar de todas as suas faculdades e mais forte, do que jamais estivera, desde o começo de sua enfermidade.
"A senhora Schwabenhaus pediu água, depois desejou beber chá e vinho. Ela pediu ao seu marido para ir dormir seu filho que chorava em um quarto vizinho. Mas este último, estava muito emocionado para isso, e correu a despertar todo mundo na casa. A doente acolheu sorrindo seus amigos, seus domésticos, que não se aproximaram de seu leito senão tremendo. Ela não parecia surpresa com os preparativos funerários que impressionavam seu olhar: "Sei que me acreditáveis morta, disse ela, entretanto, eu não estava senão dormindo. Mas durante esse tempo minha alma voou para as regiões celestes; um anjo veio me procurar, e cruzamos o espaço por alguns instantes. Este anjo que me conduzia, é a jovem que perdemos no ano último... Oh! logo eu irei reunir-me a ela... Agora que provei as alegrias do céu, não queria mais viver neste mundo. Pedi ao anjo para vir abraçar, ainda uma vez, meu marido e meus filhos; mas logo ele virá me procurar."
Às oito horas, depois que ela ternamente pediu permissão ao seu marido, aos seus filhos e a uma multidão de pessoas que a cercava, a senhora Schwabenhaus expirou realmente desta vez, como foi constatado pelos médicos, de modo a não deixar subsistir nenhuma dúvida.
"Esta cena emocionou vivamente os habitantes de Baltimore."
O Espírito da senhora Schwabenhaus, tendo sido evocado, na sessão da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, no dia 27 de abril último, estabeleceu-se com ele a conversa seguinte.
1. Desejamos, com o objetivo de nos instruir, dirigir-vos algumas perguntas concernentes à vossa morte; tereis a bondade de nos responder? - R. Como não o faria agora que começo a tocar nas verdades eternas, e que sei a necessidade que disso tendes?
2. Lembrai-vos das circunstâncias particulares que precederam vossa morte? - R. Sim, esse momento foi o mais feliz da minha existência terrestre.
3. Durante a vossa morte aparente, ouvíeis o que se passava ao redor de nós e víeis os preparativos de vossos funerais? - R. Minha alma estava muito preocupada com sua felicidade próxima.
4. Tínheis a consciência de não estar morta? - R. Sim, mas isso não me era bastante penoso.
5. Poderíeis nos dizer a diferença que fazeis entre o sono natural e o sono letárgico? - R. O sono natural é o repouso do corpo; o sono letárgico é a exaltação da alma.
6. Sofríeis durante a vossa letargia? - R. Não.
7. Como se operou o vosso retomo à vida? - R. Deus permitiu que retomasse para consolar os corações aflitos que me cercavam.
8. Desejaríamos uma explicação mais material. - R. O que chamais o perispírito animava ainda o meu envoltório terrestre.
9. Como ocorreu não vos surpreenderdes, no vosso despertar, com os preparativos que se faziam para vos enterrar? - R. Eu sabia que deveria morrer, todas essas coisas pouco me importavam, uma vez que entrevi a felicidade dos eleitos.
10. Voltando a vós, ficastes satisfeita de ser restituída à vida? - R. Sim, para consolar.
11. Onde estivestes durante o vosso sono letárgico? - R. Não posso dizer-vos toda a felicidade que senti: as línguas humanas não exprimem essas coisas.
12. Vós vos sentis, ainda, na terra ou no espaço? - R. Nos espaços.
13. Dissestes, voltando a vós, que a jovem que havíeis perdido no ano precedente, viera vos procurar; é verdade? - R. Sim, é um Espírito puro.
14. Que idade tinha essa criança quando morreu? - R. Sete anos.
15. Como a reconhecestes? - R. Os Espíritos superiores se reconhecem mais depressa.
16. Vós a reconhecestes sob uma forma qualquer? - R. Não a vi senão como Espírito.
17. Que vos dizia ela? - R. Venha, siga-me para o Eterno.
18. Vistes outros Espíritos além daquele da vossa filha? - R. Vi uma quantidade de outros Espíritos, mas a voz da minha criança e a felicidade que pressentia eram minhas únicas preocupações.
19. Durante o vosso retorno à vida, dissestes que iríeis logo reunir-vos à vossa filha; tínheis, pois, consciência de vossa morte próxima? - R. Era para mim uma esperança feliz.
20. Como o sabíeis? - R. Quem não sabe que é preciso morrer? Minha doença mo dizia bem.
21. Qual era a causa da vossa doença? - R. Os desgostos.
22. Que idade tínheis? - R. 48 anos.
23. Deixando a vida definitivamente, tivestes imediatamente uma consciência limpa e lúcida de vossa nova situação? - R. Tive-a no momento de minha letargia.
24. Experimentastes a perturbação que acompanha, ordinariamente, o retorno à vida espírita? - R. Não, eu estava deslumbrada, mas não perturbada.
25. Depois de vossa morte, tornastes a ver a vossa filha? - R. Estou freqüentemente com ela.
26. Estais reunida a ela pela eternidade? - R. Não, mas sei que depois de minhas últimas encarnações, estarei na morada onde habitam os Espíritos puros.
27. Vossas provas, pois, não estão findas? - R. Não; entretanto, elas serão felizes agora; não me deixam mais do que esperar, e a esperança é quase a felicidade.
28. Vossa filha havia vivido em outros corpos, antes daquele com o qual era vossa filha? - R. Sim, em muitos outros.
29. Sob qual forma estais entre nós? - R. Sob minha última forma de mulher.
30. Vós nos vedes tão distintamente quanto o faríeis estando viva? - R. Sim.
31. Uma vez que aqui estais sob a forma que tínheis na Terra, é pelos olhos que nos vedes? - R. Mas não, o Espírito não tem olhos; não estou sob a minha última forma senão para satisfazer às leis que regem os Espíritos quando são evocados, e obrigados a retomar o que chamais Perispírito.
32. Podeis ler os nossos pensamentos? - R. Sim, eu o posso: lerei se vossos pensamentos forem bons.
33. Nós vos agradecemos as explicações que consentistes em nos dan reconhecemos pela sabedoria de vossas respostas, que sois um Espírito elevado, e esperamos que gozeis a felicidade que mereceis. - R. Estou feliz em contribuir para a vossa obra; morrer é uma alegria quando se pode ajudar o progresso como pude fazê-lo.


FONTE: REVISTA ESPÍRTA

domingo, 22 de maio de 2011

Renova-te Sempre

Ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo,
se renova, dia a dia," – Paulo II CORINTIOS, 4:16
Cada dia tem a sua lição.
Cada experiência deixa o valor que lhe corresponde.
Cada problema obedece a determinado objetivo.
Há criaturas que, torturadas por temores contraproducentes,
proclamam a inconformação que as possui à frente da enfermidade
ou da pobreza, da desilusão ou da velhice.
Não faltam, no quadro da luta cotidiana, os que fogem
espetacularmente dos deveres que lhes cabem, procurando, na
desistência do bom combate e no gradual acordo com a morte, a paz
que não podem encontrar.
Lembra-te de que as civilizações se sucedem no mundo, há milhares
de anos, e que os homens, por mais felizes e por mais poderosos,
foram constrangidos a perda do veiculo de carne para acerto de
contas morais com a eternidade.
Ainda que a prova te pareça invencível ou que a dor se te afigure
insuperável, não te retires da posição de lidador, em que a
Providência Divina te colocou.
Recorda que amanhã o dia voltará ao teu campo de trabalho.
Permanece firme, no teu setor de serviço, educando o pensamento na
aceitação da Vontade Deus
A moléstia pode ser uma intimação transitória e salutar da Justiça
Celeste.
A escassez de recursos terrestres é sempre um obstáculo educativo.
O desapontamento recebido com fervorosa coragem é trabalho de
seleção do Senhor, em nosso benefício.
A senectude do corpo físico é fixação da sabedoria para a felicidade
eterna.
Sê otimista e diligente no bem, entre a confiança e a alegria, porque,
enquanto o envoltório de carne se corrompe pouco a pouco, a alma
Imperecível se renova, de momento a momento, para a vida imortal.
Fonte: Livro Fonte Viva

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Medicina reconhece obsessão espiritual

Dr. Sérgio Felipe de Oliveira com a palavra:
Ouvir vozes e ver espíritos não é motivo para tomar remédio de faixa preta pelo resto da vida... Até que enfim as mentes materialistas estão se abrindo para a Nova Era; para aqueles que queiram acordar, boa viagem, para os que preferem ainda não mudar de opinião, boa viagem também...
Uma nova postura da medicina frente aos desafios da espiritualidade.
Vejam que interessante a palestra sobre a glândula pineal do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP:
A obsessão espiritual como doença_da_alma, já é reconhecida pela Medicina. Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do Ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito. No entanto, quero retificar, atualizar os leitores de meus artigos com essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do indivíduo e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade:
mente, corpo e espírito.
Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral:
biológico, psicológico e espiritual.

Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado_de_transe, que é um item do CID - Código Internacional de Doenças - que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.
O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.
Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença.
Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos - nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura bem como na interferência de um ser desencarnado, a Obsessão espiritual..
Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.
O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura.
Na Faculdade de Medicina DA USP, Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.
Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.

Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.
Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. (Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral).
Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.  
Texto de Osvaldo Shimoda
Colaboração de CEECAL - Centro de Estudos Espírita Caminho da Luz.
Sérgio Felipe de Oliveira é um psiquiatra brasileiro, doutor em Neurociências, mestre em Ciências pela USP (Universidade de São Paulo) e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica. A sua pesquisa reúne conceitos de Psicologia, de Física, de Biologia e de Espiritismo.
Desenvolve estudos sobre a glândula pineal, estabelecendo relações com atividades psíquicas e recepção de sinais do mundo espiritual por meio de ondas eletromagnéticas. Realiza um trabalho junto à Associação Médico-Espírita de São Paulo AMESP e possui a clínica Pineal Mind, onde faz seus atendimentos e aplica suas pesquisas.
Segundo o mesmo, a pineal forma os cristais de apatite que, em indivíduos adultos, facilita a captura do campo magnético que chega e repele outros cristais. Esses cristais são apontados através de exames de tomografia em pacientes com facilidade no fenómeno da incorporação. Já em outros pacientes, em que os exames não apontam tais cristais, foi observado que o desdobramento fora facilmente apontado.
Segundo a revista Espiritismo & Ciência,[1] "o mistério não é recente. Há mais de dois mil anos, a glândula pineal é tida como a sede da alma. Para os praticantes da ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o “terceiro olho”, que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês René Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que “existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente”.
Sérgio Felipe de Oliveira tem feito palestras sobre o tema em várias universidades do Brasil e do exterior, inclusive na Universidade de Londres. Numa apresentação na Universidade de Caxias do Sul, o pesquisador afirmou ter recebido vários estímulos para estudar a glândula pineal quando ainda estava concentrado em pesquisas na área de física e matemática. Um desses estímulos foi uma visão em que lhe apareceu o professor Zerbini, renomado médico cardiologista e pioneiro dos transplantes de coração no Brasil. Zerbini, a quem Sérgio teria substituído em seus dois últimos compromissos acadêmicos, sugeriu a Sérgio insistentemente (durante a visão) que estudasse a glândula pineal, conforme o relato do pesquisador.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Eu Aprendi...

...que ter uma criança adormecida nos braços é um dos momentos mais pacíficos do mundo; 

Eu aprendi...
...que ser gentil é mais importante do que estar certo; 
Eu aprendi...
...que eu sempre posso fazer uma prece por alguém quando não tenho a força para ajudá-lo de alguma outra forma; 


Eu aprendi...
...que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir junto; 

Eu aprendi...
...que algumas vezes tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender; 

Eu aprendi...
...que os passeios simples com meu pai em volta do quarteirão nas noites de verão quando eu era criança fizeram maravilhas para mim quando me tornei adulto; 

Eu aprendi...
...que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos; 

Eu aprendi...
...que dinheiro não compra "classe"; 


Eu aprendi...
...que são os pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espetacular; 

Eu aprendi...
...que debaixo da "casca grossa" existe uma pessoa que deseja ser apreciada, compreendida e amada; 


Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas; 


Eu aprendi...
...que cada pessoa que a gente conhece deve ser saudada com um sorriso; 

Eu aprendi...
...que devemos sempre ter palavras doces e gentis pois amanhã talvez tenhamos que engoli-las; 


Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a; 


Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.


Mas, aprendi também que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei.
William Shakespeare

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Auto-Realização do Adolescente Através do Amor


O amor é sempre o alimento essencial da vida. Em todos os períodos da
existência física e espiritual da criatura humana, constitui o estímulo e a
sustentação dos objetivos enobrecedores, facultando alegria e propondo metas elevadas para serem alcançadas.
Na infância e na adolescência, representa o mais valioso veículo de
auxílio ao desenvolvimento do ser em formação. O seu poderoso elã dá à vida
significado e, nesse período inicial da existência planetária, é responsável pelo
equilíbrio do desenvolvimento emocional e vital.
Embora se saiba que num corpo jovem encontra-se um Espírito
amadurecido ou iniciante nas atividades da evolução, em cada reencarnação o
adormecimento das suas potencialidades psíquicas e emocionais faculta-lhe o
desabrochar do Deus interno que nele jaz, bem como dos inesgotáveis
recursos que procedem do Criador e devem encontrar campo para
desenvolvimento.
Graças ao amor presente ou ausente na infância e na juventude, os
futuros cidadãos responderão aos desafios existenciais, tornando-se
construtores do bem ou perturbadores da ordem, porqüanto o caráter é
construído com a afetividade que amadurece, auxiliando a área do
discernimento intelectual para o que é certo, deixando à margem o que é
incorreto. Essa capacidade de distinguir o que se deve ou não fazer,
édecorrência natural da capacidade intelecto-moral. A mente apresenta os
opostos e os define, mas o sentimento elege aquele ideal que deve ser
vivenciado. Portanto, o amor é força dinâmica da vida a serviço do equilibrio
universal, e não terá sido por outra razão que o Apóstolo João afirmou que
Deus é amor.
Quando se ama, adquire-se compreensão da vida e se amadurece,
desenvolvendo o sentido de crescimento fraternal e de solidariedade. Quando
porém se deseja ser amado apenas, então se permanece em infância
espiritual, com atraso psicológico na área da emoção, que não discerne os
deveres a serem atendidos, exigindo-se direitos aos quais não faz jus. A
experiência, portanto, do amor, é relevante no processo da evolução de todos
os seres, especialmente o humano. O amor aquece o coração e enriquece a
vida, favorecendo com uma visão otimista, que transforma o deserto em jardim
e o pântano em pomar.
O adolescente sabe receber o amor, no entanto, pela falta natural de
amadurecimento emocional, nem sempre sabe direcioná-lo, mesmo que o
sinta, em razão da dificuldade de distinguir o que se trata de sensação, de
desejo sexual, de admiração e arrebatamento, do verdadeiro sentimento de
afetividade sem exigência, sem agradecimento, sem dependência.
Não é uma peculiaridade apenas do jovem, mas de muitas criaturas que
avançaram na faixa etária, mas não saíram da infância emocional.
Lentamente, os sentimentos se vão definindo no adolescente e ele passa,
através da socialização, a perceber o que lhe agrada aos sentidos e aquilo que
lhe embeleza a emoção, dando-lhe firmeza nas decisões, interesse nas
definições e eleição nos postulados que abraça, incluindo as pessoas que o
cercam, que constituem os grupos nos quais se movimenta.
Há inúmeras motivações para o amor, que atraem o jovem necessitado
de compreensão e de paciência, até o momento em que possa definir os rumos
e atividades a desenvolver, de forma a fixar as propostas do sentimento no
íntimo, sem perturbação nem ansiedade.
Os exemplos de abnegação na família, de desinteresse imediato quando
se ama, de dedicação aos valores de enobrecimento, aos esforços pela
conquista dos patamares elevados da nobreza e do caráter, constituem
emulação para o jovem resolver-se pela faculdade de amar, ao invés de
hipertrofiar esse sentimento nas baixas aspirações dos desejos infrenes e
apaixonados que geram dificuldades e escravidão.
O adolescente tem necessidade de ser aceito pelo grupo de
companheiros, falar-lhe o mesmo idioma, adotar os mesmos hábitos, participar
dos mesmos desportos, empreender as mesmas marchas, partilhar os mesmos
valores, as metas idênticas. Esse apelo surge naturalmente e ele é impelido ao
meio social quase que por instinto. Se for seguro emocionalmente, terá
facilidade de adaptação sem que sofra a influência determinante do conjunto,
podendo selecionar aquilo que lhe interessa, deixando de lado o que se lhe
apresente como destituído de valor. Se, todavia, sente-se desamado, preterido
no lar, prende-se ao novo clã, assumindo uma identidade desconfiada,
agressiva e violenta. Noutras vezes, por timidez, pode evitar a socialização e
afastar-se, alienando-se.
Quando vitalizado pelo amor da família, tem facilidade de exteriorizar o
mesmo sentimento, tornando-se membro ativo e de significação no grupo, face
à empatia que desperta e provoca nos demais. Nessa fase, surge-lhe o que se
denomina estágio operacional formal, no qual começa a pensar abstratamente,
a formular raciocínios em torno do que poderá ser, ao invés de apenas estar
como se apresenta. Surge também o perigo do egocentrismo, quando o
adolescente começa a contestar os valores dos pais, da família, da sociedade,
tornando-se crítico contumaz de tudo quanto observa. Amadurecendo, passa
para o desenvolvimento cognitivo, que faculta a instalação do amor, que
definirá os rumos da sua identidade social e pessoal. O amor ajuda-o a tornarse
independente da família, isto é, a ter sua própria visão do mundo e dos
valores humanos, a conceituar pessoas e regimes, estabelecendo as próprias
diretrizes de comportamento. Porque não se trata de um ato de rebeldia, mas
de crescimento, o amor se lhe desenvolve enriquecedor, permitindo-lhe a
descoberta dos objetivos da vida e os meios para alcançá-los, no que se
empenha com afã, atendendo aos estímulos que lhe brotam do mundo interior,
das tendências que o acompanham desde a reencarnação anterior, impelindoo
para o triunfo sobre as imperfeições que lhe afeiam a conduta, enquanto
descobre os altiplanos felizes do bem-estar emocional, social e espiritual.
A carreira elegida passa a adquirir uma significação relevante, não
importando se ela é representativa na sociedade ou não, valorizada pela
dedicação a que se entrega, por compreender que é membro ativo do conjunto
e não pode falhar, porque isso implicaria em desorganização do meio onde
vive.
Sentimentos antes não experimentados de ternura e de devoção brotam
no adolescente, que se sente atraído para os ideais mais expressivos da
humanidade: política, religião, esportes, ciência, tecnologia, artes... E ao eleger
aquele a que se vai dedicar, o faz com ardor e motivação que o engrandecem,
e o definem como um homem ou uma mulher de bem, candidatos ambos à
renovação da sociedade.
A decisão do adolescente pelos propósitos de elevação da sociedade cria
no seu grupo de companheiros uma aceitação irrestrita, porque todos preferem
aqueles que são alegres, joviais, cordatos, idealistas, que ofereçam alguma
contribuição para os demais, o que somente o amor pode proporcionar. As
dificuldades no relacionamento infantil e juvenil propõem cidadãos, no futuro,
inquietos, delinqüentes, com sérios distúrbios no ajustamento sexual e noutras
formas de comportamento, como efeito da falta de amor neles mesmos e nos
demais que os não atenderem convenientemente no lar, na escola, no clã de
origem, em razão do seu temperamento instável e desagradável ou motivo
outro qualquer...
O amor, na adolescência, é o grande definidor de rumos para toda a
existência e o único tesouro que autoplenifica, auto-realiza, modelando uma
vida saudável.

Fonte: Adolescencia e Vida
Divaldo P. Franco
Ditado pelo Espírito de Joanna de Ângelis.