quarta-feira, 13 de abril de 2011

Conversas Familiares de Além - Túmulo




Mozart
Um dos nossos assinantes nos comunica as duas conversas seguintes que ocorreram com Espírito de Mozart. Não sabemos nem onde e nem quando essas conversas tiveram lugar; não conhecemos nem os interrogadores, nem o médium; nelas somos pois, completamente estranhos. Apesar disso, notar-se-á a concordância perfeita que existe entre as respostas obtidas e as que foram dadas por outros espíritos, sobre diversos pontos capitais da Doutrina, em circunstâncias diferentes, seja a nós, seja as outras pessoas, e que narramos em nossos fascículos precedentes, e em O Livro dos Espíritos. Chamamos, sobre semelhança, toda a atenção dos nossos leitores, que dela tirarão a conclusão que julgarem a propósito. Aqueles, pois, que poderiam ainda pensar que as respostas às nossas perguntas podem ter o reflexo de nossa apinião pessoal, verão por aí se, nessa ocasião, pudemos exercer uma influência qualquer. Felicitamos as pessoas que fizeram essas entrevistas pela maneira com que as perguntas estão postas. Apesar de certas faltas que decorrem da inexperiência dos interlocutores, em geral, estão formuladas com ordem, clareza e precisão, e não se afastam da linha seria; é uma condição essencial para se obter boas comunicações. Os espíritos elevados vão às pessoas sérias que querem se esclarecer de boa-fé; os espíritos levianos se divertem com as pessoas frívolas.
PRIMEIRA CONVERSA
  1. Em nome de Deus, Espírito de Mozart, estás aqui? - R. Sim
  2. Por que antes Mozart do que um outro espírito? - R. Foi a mim que haveis evocado: eu vim.
  3. Que entendeste pela palavra Alma? - R. A Centelha Divina.
  4. E por espírito? - R. O espírito e a alma uma mesma coisa.
  5. A alma, enquanto espírito imortal, tem consciência do ato da morte, e consciência dela mesma, ou do eu, imediatamente depois da morte? - R. A alma nada sabe do passado e não conhece o futuro senão depois da morte do corpo; então vê sua vida passada e suas últimas provas; escolhe a sua nova expiação, por uma vida nova, e a prova que vai suportar, também não deve se lamentar do que se sofre na terra, e deve suportá-la com coragem.
  6. A alma se encontra, depois da morte, desligada de todo elemento, de todo laço terrestre? - R. De todo elemento, não; ela tem ainda um fluido que lhe é próprio, que haure na atmosfera do seu planeta, e que representa a aparência da sua última encarnação; os laços terrestres não lhe são mais nada.
  7. Não leva nada com ela deste mundo? - R. Nada senão a lembrança de suas boas ações, o arrenpedimento de suas faltas, e o desejo de ir para um mundo melhor.
  8. Nosso globo terrestre é o primeiro de seus degraus, o ponto de partida, ou viemos de mais baixos? - R. Há dois globos antes do vosso que é um dos menos perfeitos.
  9. Qual é o mundo que habitas? - R. Júpiter. Nele gozo de uma grande calma; amo todos aqueles que me cercam; não temos mais ódio.
SEGUNDA CONVERSA
O interlocutor não é o mesmo. Julga-se, pela natureza da conversação, tratar-se de um artista músico, feliz por conversar com um mestre. Após diversas questões que cremos inútil relatar, Mozart diz:
1. O que é melodia? - R. Frequentemente, é para ti uma lembrança da vida passada; teu espírito se lembra do que entreviu num mundo melhor. No planeta onde estou, Júpiter, a melodia está por toda parte, no murmúrio da água, o ruído das folhas, o canto do vento; as flores murmuram e cantam; tudo emite sons melodiosos. Sê bom; ganha esse planeta pelas tuas virtudes; escolheste bem  cantando Deus: a música religiosa ajuda elevação da alma. Quanto gostaria de poder vos inspirar o desejo de ver esse mundo onde se é tão feliz! Está pleno de caridade; tudo ali é belo! A natureza tão admirável! Tudo vos inspira de estar com Deus.
2. Nossa música é a mesma nos outros planetas? - R. Não; nenhuma musica pode vos dar a idéia de música que temos ali; é divina! Ó felicidade! merece gozar de semelhantes harmonias: luta; coragem! Não temos instrumentos; são as plantas, os pássaros que são os coristas. Nos mundos mais superiores isso é ainda mais sublime.
3.Qual a duração de um espírito encarnado em outro planeta, que não seja o nosso? - R. Curta nos planetas inferiores; mais longa nos mundos como aquele onde tenho a felicidade de estar; em média, em júpiter, ela é de trezentos a quinhentos anos.
4. O que entendes pelo universo? Teve começo e terá um fim? - R. O universo, segundo vós, é vossa terra! Insensatos! O universo não teve começo e não terá fim; pensai que é obra inteira  de Deus; o universo é o infinito.

5.Compreendes melhor do que nós o que é a eternidade? – R. Sim, sim, não podeis compreendê-la tendo um corpo.
6. Obrigado Mozart; adeus. – R. Crede, crede que ali estou... Sou feliz... Crede que há mundos acima do vosso... Crede em Deus...

As duas conversas com o Espírito de Mozart foram tiradas da “Revista Espírita. Ano 1. Nº.5”.

Se você quer ler as duas entrevistas completas e não tem esse exemplar da Revista Espírita, você a encontrara na área de downloads do blog.

terça-feira, 12 de abril de 2011

COMEAM 2011

A 29ª COMEAM, realizada no período de 05 a 09 de fevereiro, teve
como tema ''Nas pegadas de Jesus'’. Como era de se esperar, o assunto
foi de grande interesse entre os jovens. É maravilhoso falarmos sobre
a caminhada de amor e caridade de Jesus e dos seus ensinamentos.
   Tivemos uma rotina bem agitada, aprendendo na prática que o
trabalho e o estudo são benéficos para o espírito, ainda mais quando
temos a oportunidade de conviver com os amigos em ambiente tão
fraterno.
    A organização do evento foi caprichada, desde a escolha das
músicas, dinâmicas de integração à comidinha sempre temperada com
muito carinho. Os trabalhadores dedicavam-se a todo instante.
    A emoção tomou conta de todo o evento, que sempre nos deixa com saudades!
    COMEAM é conhecer a si mesmo, viver, cantar, vibrar, nas pegadas
de Jesus, SEMPRE!

Ana Cristina

segunda-feira, 11 de abril de 2011

1000 visualizações

Conseguimos pessoal atingimos a marca de 1000 visualizações, graças a vocês  que sempre ajudaram a gente na divulgação do blog e pelas visitas  muito obrigado pessoal de coração.

E esperarmos a participação de vocês no blog enviando matérias e sugestões.

sábado, 9 de abril de 2011

Um Bom Ladrão

A madrugada ia alta. O céu estava todo salpicado de estrelas cintilantes. Suave vento soprava vindo do norte lembrando ser outono a estação do ano naquela ocasião. No mais, tudo era silêncio e escuridão. O coração do jovem Tonico estava aos saltos. Era a primeira vez que iria fazer aquilo e receava fracassar. Se errase que vergonha! Retrato e nome nas manchetes dos jornais, perseguição policial, cadeia, justiça... Que diriam dele os companheiros? Camá-lo-iam de covarde! E covarde ele não era! Nunca foi nem jamais seria! Tinha brio! Haveria de ser bem-sucedido!...
Resolveu então sair em campo e agir. Agir com coragem. Sangue frio. Desmentor. A arma não Falharia. Nem ele. E, assim pensando, Tonico penetrou numa estrada se areia, caminhou até certo trecho onde não havia mais casas e esperou um pouco, fumando nervosamente um cigarro ordinário. Eis que percebeu  aproximar-se alguém. Apesar da escuridão, notou  que era um homem. Pareceu-lhe ser um velho. Mas logo um velho? Que chateação! Preferia que fosse um moço quanto ele próprio! Um adulto! Mas um velho? Todavia, não podia vacilar. Teria de ir até ao fim. Sem saber explicar por que, eis que lhe surgiu à mente a figura do avô!
Bem, desde criança todos diziam que aquele homem, de cabeça branquinha, sempre a cachimbar um cachimbo malcheiroso e a rezar pelas crianças doentes, era seu avô!... Pai de sua mãe... Em verdade, Tonico não conhecera pai... Sua genitora a lavadeira Gertrudes jamais a ele fizera a menor referência. E quando Tonico tocava no assunto, a pobre mulher se punha a chorar e pedia que mudasse de conversa. Em síntese esta tem sido, até agora, a sua vida na favela. Um casebre pendurado no alto do morro lá pelas bandas da Zona Sul. Não tendo facilidade de aprender, mal freqüentou a escola primária. Além disso, a preguiça sempre foi muito grande e absorvente! Honestamente Tonico concordaria em que a vida solta, a vida sem compromissos nem obrigações, com outros molecotes, era muito melhor!
Num átimo de tempo tudo isso se lhe passou pela mente. Mas a figura do velho avô pairava mais fulgurante sobre aquele pano de fundo de sofrimento e desesperanças.. . Como que se fazia palpável a proteção do velho avô sobre o rapaz pobre e aflito, sobre o jovem revoltado e sem uma segura orientação no caminho do Bem. A figura do ancião como que formulava ardente apelo ao rapaz. Que este renunciasse ao desejo malévolo de que estava possuído. O céu continuava salpicado de estrelas cintilantes. O vento soprava ainda, vindo do Setentrião, a recordar a presença anual do outono.
- Ah! Meu filho! Foi Deus que mandou você ao meu encontro.
Tal frase inesperada do velho que de Tonico se aproximava dentro das sombras da madrugada fê-lo estremecer. “Ah! Se este velhote soubesse de minhas intenções para com ele, não estaria falando em Deus. “Mas o pobre ancião prosseguiu:
- É, meu querido... Foi o Bom Deus que me mandou você. Venha. Ajude-me. Já não consigo andar direito. Estou tão cansado! Acompanhe-me até o meu casebre. Tenho receio de ser assaltado. E eu não posso ser molestado por malfeitores, não! . . . Minha filha desencarnou no hospital esta tarde. Coitada dela! A mesma turbeculose que matou o meu desventurado genro, agora vitimou, também, minha idolatrada filha.
E desatou a chorar convulso pranto.
Tonico viu-se invadido pela emoção. Correu ao encontro do decrépito soluçante. Vendo-se apoiado nos braços do rapaz, o velho continuou sua narrativa:
- Pois é, meu anjo! . . . Minha querida filha morreu e terei então de cuidar de cinco crianças menores. Será que você me acompanha até o meu barracão onde estas crianças órfãs dormem sem saberem a desgraça que as atingiu?
Tonico ficou mais aterrado ainda. Até porque a figura do avô se fazia mais fulgurante em sua memória! Incrível! O avô já estava morto alguns anos atrás e Tonico nunca com ele sonhara. Se quer nele pensara. Conheceu-o pouco. Quando desencarnou, Tonico ainda era meninote. Por que é o seu semblante sereno, tranqüilo, sorridente, cabelos brancos, face encarquilhada, uma simpatia enorme no olhar, lhe parecia tão belo?
Voltando a ocupar-se do ancião, que caminhava soluçante e trôpego, apoiado em seus braços de rapaz forte, Tonico tomou uma resolução. Sim, haveria de levá-lo até seu turgúrio. Dar-lhe-ia total cobertura. Ninguém o molestaria. Tonico não o assaltaria dentro do negrume daquela madrugada de outono.
O céu e as estrelas piscantes testemunharam aquele gesto de regeneração de um ladrão que não queria ser mau. De um ladrão que se fizera marginal por falta de segura orientação no caminho do Bem. E que cedera aos impulsos generosos sugeridos pela proteção espiritual do avô desencarnado.
Irmãos queridos! Num mundo de tanto desamor, de tanta criança sem escola, de tanto jovem sem emprego, de tanto moço sem orientação, este conto dá no que pensar. . . Que podemos fazer, que é que fazemos efetivamente por tornar o mundo um pouco melhor?
História retirada do Reformador, Abril de 1984

quarta-feira, 6 de abril de 2011

QUAL O ASPECTO MAIS IMPORTANTE DO ESPIRITISMO?

Ciência, do latim scientia, conhecimento exato de certas coisas, conforme
alguns lexicólogos, é a primeira das três palavras que exprimem o tríplice aspecto sob
o qual se apresenta a Doutrina Espírita, composta pelos três pilares que a sustentam:
CIÊNCIA, FILOSOFIA e RELIGIÃO. Entendemos que todos estes três aspectos,
geradores de conseqüências morais para a humanidade, são importantes, de acordo
com a linha de pensamento exposta a seguir.
CIÊNCIA
Se entendemos por ciência a sistematização lógica dos conhecimentos
resultantes da observação e da experiência, orientados e dirigidos convenientemente,
então, não há dúvida: o Espiritismo é também ciência. Ademais, se a ciência tem
como finalidade a rigorosa investigação dos fatos observáveis, decorrentes de causas
ignoradas, cuja extensão e natureza procura conhecer a fim de deduzir suas leis, o
Espiritismo, ainda assim, é ciência, e como tal requer, por força de seus métodos
comprovadamente experimentais, o lugar que lhe deve caber na classificação das
ciências ditas positivas.
As características científicas da Doutrina Espírita são evidentes quando
examinamos o intercâmbio existente entre encarnados e desencarnados. Neste caso,
ela é pura ciência quando comprova, experimentalmente, a existência do Espírito e
sua sobrevivência ao desaparecimento do corpo físico, por meio dos fenômenos
espíritas.
Como se sabe, a pesquisa séria e toda a análise criteriosa conduzem sempre o
homem ao encontro da verdade. Eis porque Allan Kardec, observando os fenômenos
das chamadas “mesas girantes”, chegou a conclusões tão significativas capazes de
levá-lo a codificar o Espiritismo. Por outro lado, embora os princípios da Doutrina
Espírita sejam comprovados experimentalmente, o que lhe confere o caráter
cientifico, podemos afirmar que a mesma é essencialmente filosófica.
Diante de tais colocações, concluímos que o Espiritismo como Ciência, estuda
e pesquisa os fenômenos espíritas como fatos naturais e universais perfeitamente
observáveis, e prova que os Espíritos existem e são imortais, sendo eterna a vida.
FILOSOFIA
O Espiritismo, enquanto Filosofia, define as responsabilidades do Espírito
encarnado e desencarnado, estabelecendo uma regra moral de vida e comportamento
para os seres da Criação, dotados de razão e consciência.
Ao encontro dessa assertiva, a questão 614, de O Livro dos Espíritos, nos
mostra que “a Lei Natural é a Lei de Deus. É a única verdadeira, para a felicidade do
homem. Indica-lhe o que deve fazer, e ele só é infeliz quando dela se afasta”.
Portanto, o aspecto filosófico do Espiritismo está no estudo que faz do homem,
em sua dimensão física e espiritual, da sua origem, da sua destinação e de seus
problemas; e no estudo de Deus, Criador de todas as coisas e que tudo dirige
inteligentemente.
Podemos dizer, então, que o Espiritismo enquanto Filosofia compreende todas
as conseqüências morais que emanam da interpretação dos fatos naturais e universais,
permitindo ao Homem chegar, pela reflexão e pela razão, à verdade a respeito de si
mesmo, da Vida, do Mundo e de Deus.
RELIGIÃO
Vale lembrar que, em todas as obras da Codificação, Allan Kardec evidenciou
o caráter religioso do Espiritismo, como demonstraremos através das citações que
faremos a seguir:
a) “O Espiritismo é forte porque assenta sobre as próprias bases da Religião:
Deus, a Alma, as Penas e as Recompensas Futuras” – O Livro dos Espíritos
(Conclusão, Item 5);
b) “(...) o Espiritismo repousa sobre as bases fundamentais da Religião e respeita
todas as crenças; (...) um de seus efeitos é incutir sentimentos religiosos nos
que os não possuem, fortalecê-los nos que os tenham vacilantes (...)” – O Livro
dos Médiuns (1ª Parte, Capítulo III, Item 24);
c) “A Ciência e a Religião são as duas alavancas na inteligência humana: Uma
revela as leis do mundo material e a outra as do mundo moral. Tendo, no
entanto, essas leis o mesmo princípio, que é Deus, não podem contradizer-se” –
O Evangelho Segundo o Espiritismo (Capítulo I, Item 8);
d) “(...) o Espiritismo vem opor um dique à difusão da incredulidade (...)” – O
Céu e o Inferno (1ª Parte, Capítulo I, Item 4);
e) “O Espiritismo, longe de negar ou destruir o Evangelho, vem ao contrário,
confirmar, explicar e desenvolver, pelas novas leis da natureza, que revela,
tudo quando o Cristo disse e fez (...)” – A Gênese (Capítulo I, Item 41);
f) “O Espiritismo é uma religião e nós nos ufanamos disso” – Discurso de 1º de
Novembro de 1868, pronunciado na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas
e publicado na Revista Espírita (Dezembro de 1868);
g) “O Espiritismo vem confirmar as verdades fundamentais da Religião” – O Que
é o Espiritismo (Terceiro Diálogo); e,
h) “O Espiritismo (...) não vem destruir os fatos religiosos, porém sancioná-los,
dando-lhes uma explicação racional (...)” – Obras Póstumas (1ª Parte,
Manifestações dos Espíritos, Item 7).
Por essas afirmações muito claras do Codificador, podemos dizer que a
Religião que se traduz em fé na existência de Deus, na certeza da imortalidade da
alma, na grandeza da vida aqui e no Mais Além, é o fator decisivo que garante a vida
espiritual estruturada em nosso mundo, principalmente por intermédio da vida social
e familiar.
Pelo visto, o Espiritismo como Religião compreende os deveres do Homem
para com Deus, não admite liturgia ou culto exterior, prega a fé raciocinada e repousa
sobre as bases fundamentais da crença religiosa: Deus, a alma e a vida futura.
CONCLUSÃO
Após tais considerações, podemos responder à pergunta-título deste artigo com
o pensamento do benfeitor espiritual Emmanuel, à questão 260 de O Consolador,
livro psicografado pelo médium Chico Xavier, ao ser perguntado se, “em face da
Ciência e da Filosofia, como interpretar a Religião nas atividades da vida”. A
resposta é cabal:
“Religião é o sentimento Divino, cujas exteriorizações são sempre o Amor, nas
expressões mais sublimes. Enquanto a Ciência e a Filosofia operam o trabalho da
experimentação e do raciocínio, a religião edifica e ilumina os sentimentos. As
primeiras se irmanam na sabedoria, a segunda personifica o amor, as duas asas
divinas com que a alma humana penetrará, um dia, nos pórticos sagrados da
espiritualidade”.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Ajuda com Matérias

Pessoal precisamos algumas matérias sobre "Pluralidade  dos Mundos Habitados" que é o assunto do mês no blog, você também pode enviar matérias sobre outros assuntos e dar umas dicas sobre outros temas a serem tratados no blog.
Enviar a matéria pra o e -mail: blogviveroamor@gmail.com ou então para miguelrebelo_14@hotmail.com

Blog do Centro Espírita Maria Doloreres

Fala galera, novo blog para vocês é o blog do CEMAD criado pelo Tio Sammaryo e nos do Blog Viver o Amor somos filiados a esse blog.
cemad-ita.blogspot.com
Acessem, sigam e divulguem pelo seu centro Espírita.

Viver o Amor


A conjovem 2011 foi direcionada ao tema viver o amor. Seus subtemas foram muito interessantes de se estudar e de colocar em prática. Foram eles: amando a natureza, amar ao próximo, conhece-te a ti mesmo.
O primeiro assunto abordado foi descoberto de uma forma diferente, depois de passarmos por três portais, chegamos ao quarto, que para passarmos por ele tivemos que resolver uma charada proposta pela esfinge. A resposta era conhece-te a ti mesmo, um dos assuntos mais bem aceitos pelos confraternistas, pois ele proporcionou aos jovens descobrirem várias coisas que não sabiam.
No segundo dia fomos ao INPA, e lá estudamos o segundo assunto que foi AMANDO a NATUREZA. Á tarde, assistimos a uma palestra de três biólogas que nos explicaram vários assuntos sobre o MEIO AMBIETE.
No segundo dia, estudamos amando a mim mesmo, e esse foi o assunto que mais despertou um interesse nos jovens. Os jovens gostaram desse assunto, pois puderam refletir sobre eles mesmos e descobrir coisas que ainda não sabiam sobre si mesmo.
No terceiro dia, estudamos o AMOR a DEUS. Que nossa evolução espiritual, é essencial para que sejamos felizes, pois amando estaremos no caminho certo para evolução.
Esse ano, a conjovem teve uma atividade muito interessante, que foi os espaços de confraternização. Os espaços foram os mais variados. Foram eles: espaço de canto, espaço do violão, espaço da pintura, espaço da conversa, espaço da reflexão.
A conjovem 2011 deve também teve além das turmas de juventude e do berçário, teve as turmas de infância, com faixa etária foi de 6 anos aos 12 anos de idade.
A conjovem 2011 foi o carro chefe para lançar vários eventos que se derem certo, vão ajudar a fazer a conjovem 2012 ser melhor que foi a de 2011. E também foi lançado o selo da conjovem que estará em tudo que será divulgado para a conjovem.
Então vamos colocar em prática o que aprendemos na conjovem 2011: vamos


Viver o Amor!


                                 Olavo Botelho - C.E.A.K

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Existe Vida em Outros Planetas?


Existe Vida em Outros Planetas

A questão é extremamente complexa, principalmente quando consideramos que um desequilíbrio qualquer e nosso próprio planeta podem ficar morto. Hoje, por exemplo, já se sabe que a vida na Terra não teria se desenvolvido ou ao menos permanecido se não fosse nossa proximidade com o imenso Júpiter.

A razão é que a grande parte dos cometas, meteoros e outras peças desse imenso jogo de Flipper cósmico é atraído pela gravidade de Júpiter e não chega à Terra. Apenas um dos que caíram em Júpiter na década de 90 e foram filmados por telescópios daqui ou do espaço causou uma explosão maior do que nosso planeta. Se pensar que não bastaria um planeta ter condições para desenvolver vida, mas seria preciso que tivesse também um "irmão maior" para protegê-lo da chuva de objetos que vaga pelo espaço, você percebe que a coisa é bem complexa.

Quanto a encontrarem vida em outros planetas, li algo na Internet de que é possível ser encontrada, na forma de microrganismos. Um cientista cristão afirma que determinadas rochas onde há grafite podem reter microrganismos em seu interior. Uma rocha assim poderia ser lançada ao espaço por algum impacto de um grande meteorito, como já aconteceu no passado na Terra. O meteorito que atingiu Júpiter lançou pedaços de sua crosta no espaço.

Uma vez no espaço, a consistência da rocha poderia proteger os microrganismos até que ela caísse em algum planeta onde, se não fosse possível à propagação daqueles organismos, pelo menos eles acabariam hibernando, como aconteceu com fungos de uma máquina fotográfica recolhida da Lua de uma missão anterior, ou se fossilizando dentro da rocha para serem um dia descobertos por algum astronauta terráqueo. Bingo! Acharam vida em Marte! Diriam os jornais. Sim, mas vida que veio da Terra.

O mesmo cientista acredita na possibilidade daquele meteorito que acharam com supostas formas de vida fossilizadas ter tido sua origem na própria Terra. Teria sido expelido para o espaço para depois voltar na forma de um meteorito. Existe até a possibilidade de bactérias que vivem na alta atmosfera serem levadas pelo espaço, mortas, mas pousarem em algum planeta vizinho (ainda vão achar "vida" na Lua!) 

Caso se interesse, vou transcrever abaixo um texto longo que traduzi há alguns anos.

EXISTE VIDA FORA DA TERRA?

A todo o momento somos bombardeados com notícias, livros e filmes sobre seres de outros planetas. Existirá alguma verdade por detrás de tudo isso? Vamos considerar alguns pontos importantes sobre este assunto.
O Que é Preciso Para Existir Vida?

Para que existisse vida em outros planetas, as condições teriam que ser ideais. A vida só seria possível se o planeta estivesse, por exemplo, a uma distância correta do seu sol, do contrário seria muito quente ou muito frio. A vida na Terra depende de uma infinidade de fatores além da distância do Sol. A composição da atmosfera, do solo, dos oceanos e rios, a inclinação do eixo da Terra e sua distância, não apenas do Sol mas até mesmo dos outros planetas, são importantes. Até mesmo a Lua afeta tremendamente a vida na superfície deste planeta. Apesar de existirem milhões de planetas em órbita de outras estrelas, seria extremamente improvável encontrar algum que tivesse exatamente as mesmas características. Ter água apenas não é suficiente, apesar da euforia que ocorreu entre os cientistas quando foi detectada a possível existência de água na lua Europa que gira em torno de Júpiter.
Vida Que Surge do Nada?
Mas ainda que se encontrassem todas as substâncias e condições ideais, isto por si só não indicaria a existência de vida. Sem a intervenção de alguma forma de inteligência, substâncias químicas sem vida não poderiam se transformar em coisas vivas. A Bíblia, a Palavra de Deus escrita e revelada a nós, ensina que a vida surgiu por um ato de criação de Deus neste planeta. Se existissem outros planetas parecidos com a Terra, a vida só teria surgido neles se Deus a tivesse criado. Os ateus e evolucionistas acreditam que a vida tenha surgido por acaso e por esta razão acreditam que o mesmo poderia ter acontecido em outros planetas. 
Seres Extraterrenos?
Existem alguns problemas impossíveis de serem resolvidos quando se acredita em seres extraterrenos. Deus nos deu detalhes específicos do futuro de todo o Universo, como a volta de Jesus à Terra e o que acontecerá no fim. O Universo, em algum dia ainda futuro, se enrolará como um rolo (Isaías 34:4; Apocalipse 06h14min). Se Deus tivesse criado seres vivos em outros planetas, eles seriam automaticamente destruídos, sem possibilidade de salvação. Foi por causa do pecado de Adão que tais coisas irão acontecer e foi na Terra que Adão pecou e foi à Terra que Cristo veio para morrer por causa do pecado. Foi ainda na Terra que Cristo ressuscitou, tendo Deus aceitado o Seu sacrifício, e é à Terra que voltará para buscar os que são Seus.



O Espiritismo Acredita em Vida em Outros Planetas?

O espiritismo acredita que todos os planetas são abitados. Neles existe vida, não como na Terra, mas acreditamos que existe vida em todos os planetas do universo.
Os planetas, segundo o espiritismo, os planetas habitados por seres definidos pela escala evolutiva. Até chegarmos à perfeição, passaremos por vários planetas, de várias formas de viver e de agir. Nosso planeta está passando por uma transição. Está passando de um planeta de Expiações e Provas para um planeta de Regeneração. E nós que estamos hoje aqui, daqui algum tempo estaremos em outra fase da evolução, passando por outros planetas, em busca da perfeição.

O Sistema de Capela – A Civilização Egípcia

Fala pessoal eu havia falado numa postagem sobre o sistema de capela e nele eu havia falado sobre quatro grandes povos que constituíam as raças adâmicas e nesta postagem retirei do livro “A caminho da Luz” um resumo sobre a civilização egípcia. Dentre os espíritos degredados na terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacaram na prática do bem e no culto da verdade. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardaram no íntimo uma pátria distante. Um único desejo os animava que era trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates resplandecentes. Em todos os corações morava a ansiedade de voltar ao orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos. Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os espíritos daquela região africana regressaram à pátria sideral. Em virtude das circunstâncias mencionadas, os egípcios traziam consigo uma ciência que a evolução da época não comportava. Os conhecimentos profundos ficaram circunscritos ao círculo dos mais graduados sacerdotes da época, observando-se o máximo cuidado no problema da iniciação. Os sábios egípcios conheciam perfeitamente a inoportunidade das grandes revelações espirituais naquela fase do progresso terrestre; chegando de um mundo de cujas lutas, na oficina do aperfeiçoamento, haviam guardado as mais vivas recordações, os sacerdotes mais eminetes conheciam o roteiro que a humanidade terrestre teria de realizar. Nos círculos esotéricos, onde pontificava a palavra esclarecida dos grandes mestres de então, sabia-se da existência do Deus único e absoluto, pai de todas as criaturas e providencia de todos os seres, mas os sacerdotes conheciam, igualmente, a função dos espíritos prepostos de Jesus, na execução de todas as leis físicas e sociais da existência. Um dos traços essenciais desse grande povo foi à preocupação insistente e constante da Morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer. Era natural. O grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria de metempsicose, acreditando que alma de um homem podia regressar ao corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. Os estudos de suas artes pictórias positivam a veracidade destas nossas afirmações. Aquelas almas exiladas, que as mais interessantes características espirituais singularizam, conheceram, em tempo, que o seu degredo na terra atingia o fim. Impulsionados pelas forças do Alto, os círculos iniciaticos sugerem a construção das grandes pirâmides, que ficariam como a sua mensagem eterna para as futuras civilizações do orbe. Esses grandiosos monumentos teriam duas finalidades simultâneas: representariam os mais sagrados templos de estudo e iniciação, ao mesmo tempo que constituiriam, para os pósteros, um livro do passado, com as mais singulares profecias em face das obscuridades do povir. As pirâmides revelam os mais extraordinários conhecimentos daquele conjunto de espíritos estudiosos das verdades da vida. Depois dessa edificação extraordinária, os grandes iniciados do Egito voltam ao plano espiritual, no curso incessante dos séculos. Com o seu regresso aos mundos ditosos da Capela, vão desaparecendo os conhecimentos sagrados dos templos tebanos, que, por sua vez, os receberam dos grandes sacerdotes de Mênfis.        
Miguel Rebelo – C.E.C.R
Texto retirado do Cap. IV do Livro “A Caminho da Luz”.

terça-feira, 29 de março de 2011

Início dos Estudos Com a Juventude

CEMAD (Centro Espírita Maria Dolores) em Itacoatiara

ATIVIDADES DAS CASAS ESPÍRITAS

Este espaço é dedicado à postagem de informações das atividades em sua Casa Espírita, como: Início de estudos, comunicação de abertura de atividades de evangelização, reunião de trabalhadores, livros que estão sendo abordados em estudos, início de estudos mediúnicos e para trabalhadores, notoficação de eleição de diretoria para a administração de sua Casa Espírita, bem como qualquer informação que possa manter os Centros Espíritas do Amazonas inteirado dobre o que acontece em outros Centros.
O objetivo é a troca de experiências e idéias entre as Casas de Estudos.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Apresentação do Grupo Sal e Luz

No dia 29/03 ocorrera no Centro Espírita Rebanho João Batista uma peça apresentada pelo Grupo Sal e Luz cujo o tema é "E para nós Quando Jesus Nasceu", todos estão convidados.
A apresentação começara as: 20:00
Pra quem não sabe onde fica o centro espírita esta aqui o endereço: Rua J. Carlos Antony, 941  Cachoeirinha