terça-feira, 26 de julho de 2011

Conheça a CONCAFRAS-PSE

A CONCAFRAS-PSE - Confraternização das Campanhas de Fraternidade Auta de Souza e Promoção Social Espírita - é um encontro anual de trabalhadores espíritas. Foi criada com a finalidade de dinamizar as Campanhas de Fraternidade Auta de Souza, porém hoje, possui diversos objetivos. Acontecendo há 48 anos, ininterruptamente, a CONCAFRAS-PSE não tem sede definitiva. Trata-se de uma caravana de amor e fraternidade, constituindo-se de um movimento de caravaneiros, integrando o Movimento Espírita na Pátria do Evangelho, e não de um órgão. Sua presidência alterna-se anualmente, conforme a instituição espírita que a patrocine.
Acontece sempre no período de Carnaval, contrapondo-se às trevas do momento mais triste do nosso país, conforme nos elucida o espírito Manoel Philomeno de Miranda em sua obra "Nas Fronteiras da Loucura", psicografada pelo médium Divaldo Pereira Franco.
A CONCAFRAS-PSE tem deixado nas cidades por onde passou um rastro de luz, através da fundação e do aperfeiçoamento de centenas de Campanhas de Fraternidade Auta de Souza e de trabalhos de assistência e promoção social espírita, além da divulgação da Doutrina Espírita de porta em porta, através da realização da Campanha de Fraternidade Auta de Souza por todos os caravaneiros que comparecem ao conclave, o que atinge milhares de lares todos os anos.

Depoimento de Nympho Corrêa
“Uns três ou quatro meses após a criação da primeira campanha no Departamento de Assistência da Federação, com magníficos resultados não só na divulgação, como na arrecadação de gêneros alimentícios, roupas usadas, agasalhos, etc. Alguns irmãos, mais interessados, freqüentadores de outros Centros Espíritas, nos procuraram com o fim de criarmos a campanha em seus Centros, o que realmente aconteceu. Assim foi que, após uns seis meses, já haviam várias campanhas funcionando, em vários bairros de São Paulo.
Com o crescimento das campanhas começaram a surgir dúvidas e pequenos problemas que eu sentia dificuldade em sanar sozinho. (...).
No decorrer dos meses começaram a surgir pedidos para a criação de novas campanhas, só que em cidades diferentes como Jundiaí, Santos, Franca, Ribeirão Preto, etc.(...) Foi quando, depois de vários estudos e algumas reuniões com os diretores das campanhas, resolveu-se que, para melhor aproveitamento de todos, fosse organizada uma reunião anual com melhores estudos e mais tempo de preparação. (...).
E a primeira, que recebeu o nome de Concentração das Campanhas de Fraternidade Auta de Souza, foi realizada na cidade de Ribeirão Preto, no ano de 1957, tendo sido escolhido para o encontro, os dias do carnaval.
Daí pra frente, vem se realizando, sem interrupção, o que hoje se chama Confraternização das Campanhas de Fraternidade Auta de Souza e Promoção Social Espírita, com as mesmas intenções do início, porém com o acréscimo de novos estudos.”
Esse Conclave mereceu tamanha assistência do Plano Espiritual e Material que no terceiro dia em seu conselho, já ficou resolvido o seu prosseguimento, tendo sido escolhida a cidade de Araçatuba - SP para sediar o segundo Conclave e assim por diante, até hoje."


Os Dez Mandamentos do Jovem Espírita

  1. Modificar-se interiormente para atender aos princípios de vivência trazidos pelo Evangelho, trazendo a expressão do sorriso constante.
     
  2. Estudar incessantemente as obras espíritas, procurando nelas, um aperfeiçoamento para nossa personalidade, para o presente e futuro e participar ativamente da Mocidade Espírita.
     
  3. Exemplificar aos outros, com nossos atos e com nosso comportamento, o que aprendemos no Espiritismo.
     
  4. Orar e vigiar par não cair em tentação.
     
  5. Encarar suas responsabilidades de jovem espírita, com firmeza, obedecendo horários e empenhando-se, mais e mais no estudo vibrante e esclarecedor para servir com a presteza a qualquer hora a quem quer que seja, lembrando três verbos importantes: Trabalhar, Trabalhar, Trabalhar.
     
  6. Recordar sempre que o Espiritismo oferece substâncias de conhecimento e consciência do que, se hoje plantamos o mal, só ele colhemos, sabendo-se que ser jovem é a vez de ser o melhor plantando o bem.
     
  7. Procurar harmonia em seu próprio lar, pois a paz do mundo começa em sua casa, buscando também desapego as futilidades materiais e sociais.
     
  8. Guardar no silêncio das suas orações a imagem de Jesus, abençoando todos os homens do mundo para mais rápida libertação das “virtudes”, que prendem os passos à Espiritualidade maior.
     
  9. Ter responsabilidade moral perante o sexo, a vida e às pessoas.
     
  10. Refazer-se nas suas energias diárias, materiais e espirituais, para assim nunca sentir que a sua hora na Juventude Espírita já ficou para trás; Hoje Comece, Recomece e Continue no trabalho com Deus. Ele lhe dará força para ser um eterno jovem...

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Pensar

O pensamento é a nossa capacidade criativa em ação. Em qualquer tempo, é muito importante não nos esquecermos disso. A idéia forma a condição; a condição produz o efeito; o efeito cria o destino. A sua vida será sempre o que você esteja mentalizando constantemente... Em razão disso, qualquer mudança real em seus caminhos, virá unicamente a mudança de seus pensamentos. Imagine  a sua existência como deseja deva ser e, trabalhando nessa linha de idéias, observara que o tempo lhe trará as realizações esperadas. As leis dos destinos carrearão de volta a você tudo aquilo que você pense. Nesta verdade, encontramos tudo o que se relacione conosco, tanto no que se refere ao bem, quanto ao mal.
Observe e verificará que você mesmo atraio para o seu campo de influencia tudo o que você possui tudo aquilo que faz parte do seu dia-a-dia... Deus é amor e não pune a criatura alguma. A própria criatura é que se culpa e se corrige, ante os falsos conceitos que alimente com relação a Deus. Em nosso íntimo a liberdade de escolher é absoluta; depois da criação mental que nos pertence, é que nos reconhecemos naturalmente sujeitos a ela. O bem eterno é a Lei Suprema; mantenha-se no bem a tudo e a todos e a vida se lhe converterá em fonte de bençãos. Através dos princípios mentais que nos regem, de tudo aquilo de nós que dermos aos outros, receberemos dos outros centuplicadamente.
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Respostas da Vida. Ditado pelo Espírito André Luiz.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A Bênção da Amizade

O Mandamento que vos dou é que vos ameis uns aos outros, como eu vos tenho amado. Ninguém pode ter maior amor do que o de dar a vida pelos seus amigos. Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando. [...] Chamei-vos meus amigos, porque vos tenho feito saber tudo o que aprendi de meu Pai. (João, 15:12-15)

Jesus nos confere o título de amigos seus, conforme a passagem evangélica de João, destacada acima, e ensina-nos que a alegria de amar um amigo é uma das formas infinitamente misericordiosas que Deus nos concede para que tenhamos bom ânimo e consigamos enfrentar as tortuosas travessias dos caminhos do mundo material.

Os que são agraciados pela dádiva de receberem o carinho fraterno de almas irmãs não se sentem desafortunados, pois estas constituem o alento indispensável e necessário para o enfrentamento das experiências ter renas a cada oportunidade de reencarnação. Assegura o Espírito Emmanuel:

[...] Nos trâmites da Terra, a amizade leal é a mais formosa modalidade do amor fraterno, que santifica os impulsos do coração nas lutas mais dolorosas e inquietantes da existência.

Os amigos são, geralmente, afáveis, amistosos, benignos, cordiais, conciliadores e francos, e manifestam suas preocupações e cuidados, sobretudo nos dias espinhosos que enfrentamos e que se transformam em experiências difíceis de suportar. Os amigos leais consideram nossa amizade algo especial e indispensável em suas vidas.

O tema permite reflexionar, essencialmente, sobre o concurso da amizade para alcançarmos êxito em nossas tarefas espíritas. De que forma o verdadeiro sentimento da amizade nos encoraja no cumprimento dos deveres cristãos nas instituições espíritas onde labutamos?

Trabalhadores reencarnados, dedicados e fraternos, ajudam-nos no desempenho do serviço a executar. Nesses momentos, ao lado deles, singular alegria invade o nosso coração e motiva-nos a atender, de boa vontade, aos compromissos que assumimos em favor do próximo. É importante salientar a bênção da franca amizade, mormente daqueles que se aproximam de nós, apoiando-nos na realização das responsabilidades que granjeamos, como tarefeiros de Jesus, cujo salário é igual para todos os servidores.

Por esse motivo, alertam os benfeitores espirituais: é urgente nos tornarmos companheiros uns dos outros, para que não venhamos a "[...] prescindir da cooperação de amigos sinceros que nos conheçam e nos amem". O Ministro Clarêncio -abnegado servidor da colônia espiritual Nosso Lar -, em resposta sobre o assunto, aos Espíritos Hilário e André Luiz, esclarece:

[...] a plantação de simpatia é fator decisivo na obtenção dos recursos de que necessitamos... Quem cultiva a amizade somente na família consanguínea, dificilmente encontra meios para desempenhar certas missões fora dela. Quanto mais extenso o nosso raio de trabalho e de amor, mais ampla se faz a colaboração alheia em nosso benefício.

Devemos, pois, apreciar a afeição dos companheiros de tarefa, amando-os fraternalmente na Casa Espírita. Cada um "[...] no lugar que lhe é próprio, persevera no aproveitamento das possibilidades que recebeu da Providência Divina, atencioso para com as lições da verdade e aplicado às boas obras de que se sente encarregado pelos Poderes Superiores da Terra".

Todavia, nem sempre sabemos retribuir o amor sincero que essas almas nos ofertam. Pelas razões mais simples, colocamo-nos contra elas, alimentando a discórdia com censuras, rixas, melindres, ciúmes e ressentimentos, e nos influenciamos por sentimentos menos nobres, não conseguindo aceitar divergências no terreno da exigência individual. Esquecemo-nos das atenções e gentilezas demonstradas por esses cooperadores, desistindo de estimulá-los no cultivo da boa amizade recíproca, que torna mais prazerosa a tarefa, não lhes possibilitando enriquecer suas qualidades de colaboração.

Conhecedor dos inúmeros obstáculos e vicissitudes a enfrentar, por aqueles que se devotam aos semelhantes, Allan Kardec inseriu, no capítulo XX de O Evangelho segundo o Espiritismo, a mensagem de autoria do Espírito de Verdade, "Os obreiros do Senhor", que chama a atenção de todos os espíritas para que não olvidem as oportunidades do serviço de cada dia, trabalhando "com desinteresse e sem outro móvel, senão a caridade!”. Ressalta, apropriadamente, em um de seus trechos:

[...] Ditosos os que hajam dito a seus irmãos: "Trabalhemos juntos e unamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar, encontre acabada a obra", porquanto o Senhor lhes dirá: "Vinde a mim, vós que sois bons servidores, vós que soubestes impor silêncio aos vossos ciúmes e às vossas discórdias, a fim de que daí não viesse dano para a obra!". Mas, ai daqueles que, por efeito das suas dissensões, houverem retardado a hora da colheita, pois a tempestade virá e eles serão levados no turbilhão! [...].

O Espírito André Luiz evidencia, em um de seus livros, a conversa mantida com o assistente Tobias sobre a fragilidade dos aprendizes que não valorizam as oportunidades do serviço maior ao estagiarem no corpo de carne:

[...] Saem [da Espiritualidade] milhares de mensageiros aptos para o serviço, mas são muito raros os que triunfam. Alguns conseguem execução parcial da tarefa, outros muitos fracassam de todo. [...] São muito escassos os servidores que toleram as dificuldades e reveses das linhas de frente. Esmagadora percentagem permanece a distância do fogo forte. Trabalhadores sem conta recuam quando a tarefa abre oportunidades mais valiosas.

Sobre o problema, é possível considerar, por parte desses trabalhadores, a ausência da noção de responsabilidade do dever a cumprir. Contudo, por não sabermos ser benevolentes, indulgentes e condescendentes para com aqueles que conhecemos no meio espírita, certamente contribuímos para o fracasso de alguns confrades que abandonam as equipes de ações espíritas.

A caridade e a fraternidade agregam todas as condições e todos os deveres sociais, mas são incompatíveis com o orgulho e o egoísmo, que serão sempre os aniquiladores de nossas melhores intenções.

O amor deve ser a base de nossa disposição para agir em benefício da Doutrina Espírita, conforme preconiza a mensagem do Espírito de Verdade, no capítulo VI de O Evangelho segundo o Espiritismo - "Espíritas! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo", sem esquecer que é amigo de Jesus todo aquele que pratica seus ensinamentos, pois a Doutrina do Mestre é a expressão mais completa da caridade e resume todos os deveres do homem para com Deus, para com o próximo e para consigo mesmo.
Feliz dia do Amigo


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Espetáculo Beneficente - Chico Xavier o Homem de Luz

O Centro Espírita Educandário de Luz (Rua 21, Quadra 22 - N. 5 - Conj. Galiléia Cidade Nova - 69093-132 - Manaus-AM) promove o espetáculo teatral CHICO XAVIER - O Homem Luz, com a participação do Harmonia CEEL.

Ingressos: Bilheteria do Teatro ou pelo site www.bestseat.com.br

quarta-feira, 13 de julho de 2011

I Encontro de Juventudes Espíritas do Amazonas



I Encontro de Juventudes Espíritas do Amazonas


Realizado - Departamento de Infância de Juventude - FEA
30 de Julho de 2011
14:00 às 17:40

-->Tema Central - O Papel do Jovem Espírita

Não será necessário inscrições você e todos os jovens de sua casa espírita podem ir.
Estaremos esperando por todos.


Av. Mário Ypiranga, nº 2.549 – Parque 10 de Novembro, mas a entrada é pela RUA MACEIÓ, depois da SEMSA.

Ajudem também na divulgação convidem seus amigos para este evento

Contatos - 9135-8465/ 9287-8856/ 8223-6454

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Para que estudar?

Harry Gold sempre fora um garoto ansioso pelos estudos. Cresceu pobre e quando concluiu o segundo grau, arranjou um emprego. A sua renda era indispensável para a família e seu sonho precisou esperar.
Veio a guerra e ele foi parar no exército. Quando voltou, retornou ao trabalho. Eram tempos difíceis. Ele arranjou um emprego como vendedor-motorista.
Como muitos dos seus clientes tinham ficado com refrigerantes encalhados em suas lojas, durante a guerra, não desejavam nada além de devolver as garrafas vazias e encerrar tudo.
Mas Harry começou a negociar. Que tal eu lhe trazer os seis dólares que lhe devemos pela devolução das garrafas vazias em refrigerante? Não vai lhe custar nada e a nós dois dará a oportunidade de ganhar algum dinheiro.
Foi assim que ele começou a conquistar postos mais altos na empresa. Supervisor. Gerente de filial, Gerente de vendas.
Então surgiram os sintomas de uma doença rara e progressiva, que causa danos às terminações nervosas. Colocou aparelho nas pernas, passou a usar bengala, sem lamentações.
Em 1993, ele finalmente conseguiu realizar seu grande sonho. Ir para a faculdade. Era um homem maduro. Poderia ser avô daqueles garotos.
Quando chegou para a primeira aula, olhou aqueles jovens de vinte e poucos anos e se perguntou o que estava fazendo ali.
Sentia-se deslocado, escrevia de forma irregular por causa dos dedos enrijecidos.
Certo dia, um dos colegas de turma se dirigiu a ele e lhe perguntou:
Por que está fazendo isso? O restante de nós, como você sabe, precisa estar aqui para conseguir um bom emprego.
Foi o bastante para trazer o lutador de sempre de volta à vida.
Veja só, eu fiz o contrário. Primeiro precisei conseguir um emprego e depois levei cinquenta anos para chegar aqui.
Colocou a mão no ombro do rapaz e acrescentou de forma amiga:
Descobri que aprender não é apenas uma questão de conseguir um bom emprego.
Ele se tornou um tesouro para a turma. Ali, na primeira fila, sentava-se uma pessoa que se lembrava dos tempos da Depressão nos Estados Unidos, que lutara na Segunda Guerra Mundial e que vivera os anos da Guerra Fria. Quando ele falava, era possível sentir o peso das suas experiências.
*   *   *
Harry Gold concluiu a sua graduação.
Na festa de formatura, quando lhe perguntaram o que iria fazer em seguida, ele respondeu que estava se matriculando em Mestrado.
E, porque alguém brincasse, perguntando se depois ele faria um Doutorado, ele respondeu sorrindo: Claro.
A Universidade lhe deu uma bolsa de estudos para o Mestrado. Tudo porque todos aprenderam com Harry Gold que não há idade para aprender e nem obstáculos que não possam ser superados.
Para estudar e crescer não importa idade ou condição física. O importante é querer estudar.

Redação do Momento Espírita, com base no artigo O último calouro, da revista Seleções Reader's Digest, de março de 2000.
Em 08.07.2011.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

François Fénelon



Quem já leu o evangelho segundo o espiritismo vê que no final de cada assunto sempre tem a assinatura de um espírito. E um dia lendo o evangelho vi o nome Fénelon e resolvi conhecer um pouco sobre a vida e a sua importância na codificação espírita.
  
François Fénelon, pseudônimo de François de Salignac de La Mothe-Fénelon (6 de agosto de 1651 - 7 de janeiro de 1715), foi um teólogo católico apostólico romano, poeta e escritor francês, cujas ideias liberais sobre política e educação, esbarravam contra o "statu quo" da Igreja e do Estado dessa época. Pertenceu à Academia Francesa de Letras.

Até os doze anos, o menino foi educado em casa. Seu preceptor - as fontes consultadas não lhe mencionam o nome - tinha o gosto pelo latim e o grego, e tratou logo de ensinar essas línguas, para que ele pudesse se familiarizar com as obras-primas da literatura  clássica.
Ao completar os doze anos de idade, Fénelon passou a freqüentar a Universidade de Cahors, onde concluiria os estudos de filosofia, a que daria continuidade no Colégio Du Plessis, em Paris, foi nesse famoso estabelecimento de ensino que se dedicou à teologia e ficou conhecendo o abade de Noailles, também de família nobre, e que acabaria alcançando os mais elevados postos na hierarquia eclesiástica francesa.
Aos quinze anos de idade, Fénelon foi incumbido de pregar seu primeiro sermão, com grande sucesso, aliás. Já dá pra perceber, logo nesta introdução, que os altos escalões da igreja e da política eram constituídos por gente de elevada linhagem. Será esse o ambiente em que se movimentará Fénelon pelo resto de sua existência.
Do Colégio Du Plessis, Fénelon passou ao seminário de Saint-Sulpice, então sob a direção de Tronson. Em 1675, o jovem seminarista, de vinte e quatro anos de idade, foi ordenado no seminário de Saint-Sulpice. Durante os próximos três anos, desempenharia suas funções eclesiásticas juntamente com os demais sacerdotes daquela paróquia. Cabia-lhe explicar os textos evangélicos ao público, aos domingos e dias santos. Participava ativamente das tarefas de ensinar o catecismo. A igreja de Saint-Sulpice ainda conserva suas Litanies de L'enfant-Jésus, escritas especialmente para os freqüentadores de sua paróquia.
Pretendia o jovem sacerdote, por essa época, partir para o Oriente em missão apostólica, com o propósito de converter ao cristianismo tantos pagãos quantos lhe fosse possível alcançar, com o brilho de sua palavra e a amplitude de sua cultura teológica. Mas não seria esse o seu destino, de vez que "Nouvelles catholiques", tratava-se de uma instituição incumbida de acolher jovens e senhoras recém-convertidas do protestantismo ao catolicismo, a fim de consolidar nelas a boa e ortodoxa doutrina da igreja. Objetivo paralelo era o de instruir aquelas que se mostrassem dispostas a abandonar a "heresia".
Era grande a preocupação das lideranças católicas - Prelados e leigos - na salvação das almas que tiveram a infelicidade de se deixar atrair pelas "perigosas" idéias de Lutero. Em 1681, o bispo de Sarlat - nobre também ! - tio de Fénelon, renunciou, em favor do sobrinho, ao decanato de Carenas, que rendia de três a quatro mil libras francesas por ano, Fénelon deixou por algum tempo as Novas católicas, a fim de tomar posse do novo cargo, mas logo retornou a Paris e reassumiu a direção da instituição, posto em que permaneceria por dez anos.
Escreveu nesse período, De L'éducation des filles, primeira obra significativa em sua carreira de escritor e educador. O livro, solicitado pela duquesa de Beauviller para orientá-la na educação de suas filhas, alcançou grande sucesso, tornando-se obra de referência para as famílias da época, bem como texto de consulta para os estudiosos da pedagogia.
Graças a sua simplicidade, doçura e caridade, Fénelon obteve considerável sucesso na tarefa, conseguindo converter rapidamente grande número de pessoas. Fénelon não se iludiu com suas numerosas conquistas, reconhecendo que nem todas eram sinceras. Uma avaliação realista, essa. Com os protestantes em minoria e postos fora da lei, o catolicismo tornara-se mais confortável ou, no mínimo, mais seguro. Mesmo assim, acrescenta, o resultado de sua missão foi considerado "muito satisfatório".
Não escapou, no entanto, de algumas críticas. É que as alas mais radicais da igreja atacaram seus métodos de conversão e o consideraram "demasiado condescendentes com os heréticos". Ele preferiu não se justificar.
Nesse ínterim, vagou-se o bispado de Poitiers. O nome de Fénelon foi indicado e o rei concordou, mas a nomeação não chegou a concretizar-se, segundo se diz, por causa das intrigas do nobre senhor de Harlay, arcebispo de Paris, que tinha lá suas divergências com Bossuet, e não via com bom olhos a amizade de Fénelon com o rival. Tudo no melhor estilo da pior política de bastidores.
Por essa mesma época, Fénelon sofreu outro revés. Alguém - seria ainda o senhor arcebispo de Paris ? - convenceu o rei a negar-lhe a nomeação como co-adjutor do arcebispo de La Rochelle, que o desejava como colaborador.
Pouco depois, em 1689, os bons ventos do sucesso voltaram a soprar a favor do jovem prelado. O duque de Beauvilliers, designado "governador" do jovem duque de Borgonha - neto do rei e herdeiro presuntivo da coroa - escolheu Fénelon para o honroso cargo de preceptor do príncipe. Como estamos lembrados, ele escrevera, a pedido da duquesa de Beauvillers, um livro destinado a orientá-la na educação das filhas do casal.
Fénelon dedicou-se logo a trabalhar no sentido de corrigir o comportamento do príncipe por meio de fábulas, que ele próprio ia escrevendo. Escrevia, em seguida, o curioso Dialogues des Morts (Diálogo dos Mortos), engenhoso e criativo texto, no qual punha a dialogar personalidades históricas do passado, empenhadas em (re)avaliar seus próprios(alheios) atos e postura.
Os últimos anos de Fénelon foram entristecidos pelo desencarne de seus melhores amigos. No final de 1710 perdeu Abbe de Langeron, seu companheiro de toda a vida; em fevereiro de 1712, desencarna seu aluno, duque de Borgonha. Alguns meses mais tarde, o duque de Chevreuse foi levado, e o duque de Beauvillers seguiu em agosto de 1714. Fénelon sobreviveu somente mais alguns meses. Com ele desapareceu um dos membros mais ilustres do episcopado francês, certamente um dos homens mais atrativos de sua época. Deve seu sucesso unicamente a seus talentos grandes e virtudes admiráveis.
Fénelon figura na Codificação, em vários momentos, podendo ser citado: "O Livro dos Espíritos", onde assina Prolegômeros, junto a uma plêiade de luminares espirituais. Igualmente a resposta à questão de nº 917 é de sua especial responsabilidade.
Em "O Evangelho Segundo o Espiritismo", apresenta-se em vários momentos, discursando a cerca da terceira revelação e da revolução moral do homem (cap. I, 10); o homem de bem e os tormentos voluntários (cap. V,22 - 23); a lei de amor (cap. XI, 9); o ódio(cap. XII,10) e emprego da riqueza(cap. XVI,13).
Em "O Livro dos Médiuns", figura no capítulo das Dissertações Espíritas (cap. XXXI, 2º parte, itens XXI e XXII), desenvolvendo aspectos acerca de reuniões espíritas e da multiplicidade dos grupos espíritas.
Importante assinalar que os destaques assinalados são aqueles em que o espírito assina seu nome, devendo se considerar que deve, como os demais responsáveis espirituais pela Codificação, ter estado presente em muitos outros momentos, dando seu especial contributo, eis que foi convidado pelo Espírito da Verdade a compor sua equipe, em tão grandioso empreendimento.

Fonte:http://www.espiritismogi.com.br/biografias/fenelon.htm
Wikipedia

O cristianismo primitivo

O que se deve entender por “Cristianismo”?
O cristianismo é uma religião que segue os preceitos do Cristo, reconhecido como Jesus de Nazaré, nascido na Palestina, sob o domínio do Imperador  Augusto Tibério.

Quem podemos considerar como cristãos?
Quando se fala em cristianismo, oficialmente compreende-se católicos-romanos, protestantes e ortodoxos. Atualmente podemos considerar como cristãs todas as religiões ou seitas que professem Cristo como Modelo da humanidade. O Espiritismo é uma religião cristã.

Como entender sistematicamente o cristianismo?
Podemos dividir o cristianismo em dois momentos:
1.      Pregação do Evangelho após a ascensão de Jesus até a oficialização da religião pelo Imperador Constantino.
2.      Oficialização da religião até os dias de hoje.

Fale um pouco sobre a primeira parte do Cristianismo.
Vários povos, como os chineses, persas e hindus esperavam a qualquer momento a vinda de um Espírito de Alta hierarquia para que a humanidade pudesse se comprazer em seus ensinamentos elevados, porém ninguém sabia onde exatamente esse espírito iria encarnar.
Os Judeus receberam essa benção, e muitos estudiosos dizem que foi pelo fato da Palestina se situar eqüidistante no globo terrestre, facilitando assim a profusão da mensagem de amor, e também pelo fato de os judeus serem o único povo monoteísta da época, fato que evitaria revoltas a respeito da revelação de que há somente um Deus.

Na verdade, o cristianismo propriamente dito nasceu após a crucificação, quando os discípulos colocaram em prática os ensinamentos e viveram as verdades proferidas por Jesus, pois o Cristo nunca fundou entidade religiosa alguma. Chamemos esse episódio de “Cristianismo Primitivo”, que trataremos mais adiante.

Nos primeiros dias após a ascensão, os discípulos se espalharam devidos as fortes perseguições do império romano e de muitos judeus também, mas foram logo reunidos por Pedro, em Jerusalém, para aguardar a “volta” do Mestre e se dedicar aos princípios que Cristo ensinou vivendo, que era o verdadeiro cristianismo: repartição fraternal dos bens materiais, cura de doentes, providência para os desprovidos, trabalho no bem, otimismo e esperança, fraternidade, igualdade e amor; tudo o que hoje muitos que ostentam o nome de cristãos estão a anos-luz de compreender. Os discípulos, então, chamava-se de Irmãos do Caminho, Nazarenos, Discípulos do Carpinteiro, e por fim, o título que conhecemos hoje: “Cristãos”.

Como ocorreu a expansão da mensagem do Evangelho?
Apesar de toda a solidariedade evidente, muitos adeptos do cristianismo primitivo (época em que se vivia de coração os preceitos do Mestre) queriam que a mensagem de amor permanecesse apenas no território judeu. Para evitar o monopólio causado pela imaturidade desses discípulos, o próprio Cristo convocou Saulo de Tarso para as lidas evangélicas, começando por mudar seu nome para Paulo, pois um destino novo requeria um nome novo, e em seguida, enviá-lo para a introspecção de seus atos e logo, à vivência evangélica que muitos que conviveram com o Mestre encarnado ainda não compreendiam completamente.
Paulo viajou por grande parte do oriente médio e do velho mundo fundando núcleos de estudo dos ensinamentos do Cristo. Foi então que pouco tempo depois, na época de Constantino, o império romano, que combatia a Igreja, aderiu aos preceitos evangélicos, deturpando e maculando os santos ensinamentos enchendo de seus rituais, transformando o humilde e singelo culto interior a Deus um grande exteriorização morto.

E a segunda parte do Cristianismo?
Depois de várias mudanças doutrinárias e visionárias da proposta de construção da felicidade que o Mestre nos deixou, o cristianismo caiu em grande escuridão, a escuridão da hipocrisia.
Foi nessa época que começaram a surgir várias vertentes do cristianismo, efeito esse do personalismo impresso na imaculada Verdade.
O imperador da época, Juliano (sobrinho de Constantino), reuniu todas essas vertentes em Constantinopla, para que se enfrentassem em debate, com o objetivo de entrarem em acordo sobre suas opiniões sobre a doutrina.
Por outro lado, em Roma, o cristianismo progredia materialmente.
Essa luta entre Roma e Constantinopla acabou com a vitória de Roma e a criação do papado, onde o papa reteria em mãos todo o poder religioso e seria o embaixador de Deus na Terra, considerado até infalível em suas decisões.

E as perseguições aos fieis, como se deram?
Na idade média, o Vaticano criou a “Santa” Inquisição, com o objetivo de matar todos os que eram contrários à visão de Roma a respeito do Evangelho. Milhões de Cristãos foram mortos por manter em seus corações a viva chama da Palavra.
Naquela época, os cavaleiros escolhidos para a “Santa batalha” matavam sem piedade crianças, homens e mulheres que, indefesos fisicamente, recorriam à prece pelo perdão dos que os maltratavam, assim como o Mestre Jesus, fez na cruz antes de deixar o veículo de carne.
Devemos aprender a respeitar as religiões, mesmo que os pontos de vista sejam totalmente diferentes, pois se fizermos o contrário, poderemos estar cometendo o mesmo erro que alguns de “NÓS” podemos ter cometido nos momentos de ignorância em possíveis encarnações passadas.

O que seria então, o cristianismo primitivo?
O cristianismo primitivo, resumidamente, foi o momento de luz em que as Verdades Universais, como: a lei do amor; o bem ao próximo; o “não peques mais para que não te sobrevenha coisa pior”, foram vividas na prática, vivência essa que o Espiritismo redivivo, codificado por Kardec, e hoje no Brasil, com o auxílio de nosso amado Bezerra de Menezes, o médico amado, tem lutado para reluzir nos corações desse povo de fibra e de rosto sulcado pelos sofrimentos do passado. É impossível voltar no tempo para restabelecer o primeiro período de luz do cristianismo, mas podemos olhar para o passado e ver o que falta em nosso presente para que o futuro seja celebrado pela colheita de frutos bons, pois a era dos espinhos está chegando ao seu declínio, e os lírios hão de prevalecer como os trabalhadores da última hora.


Sammáryo da Costa Rêgo

Bibliografia
ARMOND, Adgard. Religiões e Filosofias; ED. 3°; ALIANÇA, 1999.


Obs.: O Livro citado na bibliografia está em forma de monólogo. A matéria foi escrita em forma de pergunta e resposta e comentários foram adicionados para facilitar o entendimento do leitor.


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Grandes Espíritas do Brasil - Yvonne A. Pereira


Yvonne do Amaral Pereira (Valença, 24 de dezembro de 1900 — Rio de Janeiro, 9 de março de 1984) foi uma médium brasileira, autora de diversos livros psicografados.Foi uma das mais respeitadas médiuns brasileiras, autora de romances psicografados bastante conhecidos entre os espíritas. Yvonne cresceu numa família espírita. O pai enfrentou a falência comercial por três vezes. Posteriormente viria a tornar-se funcionário público, cargo que ocupou até o fim da vida, em 1935. Era comum a família abrigar pessoas necessitadas, vivências que, segundo Yvone, marcariam sua vida para sempre.
Com quatro anos de idade, a menina já dizia ver e ouvir espíritos, os quais, segundo ela, considerava como pessoas normais. Dois dos amigos invisíveis apareciam com mais freqüência:
  • Charles, a quem ela considerava seu verdadeiro pai, devido a lembranças que teria de uma encarnação anterior, em que a "entidade" teria sido seu pai.
  • Roberto de Canalejas, que teria sido um médico espanhol de meados do século XIX.
As visões lhe perturbavam, e vinham junto com uma imensa saudade do que seria uma encarnação anterior, na Espanha, que, dizia, recordava com clareza. Considerava seus atuais familiares, principalmente o pai e os irmãos, como pessoas estranhas, assim como estranhava a casa e a cidade onde morava. Em razão desses conflitos, até os dez anos de idade passou a maior parte do tempo na casa da avó paterna.
Um dos principais livros de Yvonne
Aos oito anos de idade, a menina viveu novo episódio de catalepsia. Certa noite, durante o sono, percebeu-se diante de uma imagem do Senhor dos Passos pedindo socorro, pois sofria muito. A imagem, então, animando-se, dirigiu-lhe as palavras: Vem comigo minha filha: será o único recurso que terás para suportar os sofrimentos que te esperam. A menina, aceitando a mão que lhe era estendida pela imagem, subiu os degraus do altar e não se lembrou de mais nada.
Nessa idade teve o primeiro contato com um livro espírita. Posteriormente, aos doze anos, ganhou de presente do pai O Evangelho segundo o Espiritismo e o Livro dos Espíritos. Aos treze anos de idade começou a freqüentar sessões práticas de Espiritismo.
Yvonne teve como estudos apenas o antigo curso primário (atual primeiro segmento do ensino fundamental). Devido às dificuldades financeiras da família não conseguiu prosseguir nos estudos. Para auxiliar a família, e o próprio sustento, dedicou-se à costura e ao bordado, e ao artesanato de rendas e flores. Tendo cultivado desde a infância o estudo e a leitura, completou a sua formação como autodidata, pela leitura de livros e periódicos. Aos dezesseis anos já tinha lido obras clássicas de Goethe, Bernardo Guimarães, José de Alencar, Alexandre Herculano, Arthur Conan Doyle e outros.
A partir dessa idade, fase da adolescência, a mediunidade tornou-se um fenômeno comum para Yvonne, que dizia receber a maior parte dos informes de além-túmulo, crônicas e contos em desdobramento, no momento do sono. A sua faculdade apresentava-se diversificada, tendo se dedicado à psicografia e ao receituário homeopático, à incorporação, à psicofonia e ao passe, e até mesmo, em algumas ocasiões, aos chamados efeitos físicos de materialização. Dedicou-se à atividade de desobsessão. Atuou em casas espíritas nas cidades de Lavras (MG), Barra do Piraí (RJ), Juiz de Fora (MG), Pedro Leopoldo (MG) e Rio de Janeiro (RJ), onde residiu sucessivamente.



Grandes Espíritas do Brasil - Divaldo Franco


Divaldo nasceu em 5 de maio de 1927, na cidade de Feira de Santana, Bahia, e desde a infância se comunica com os espíritos. Cursou a Escola Normal Rural de Feira de Santana, recebendo o diploma de professor primário, em 1943. Trabalhou como escriturário no antigo IPASE, em Salvador, aposentando-se em 1980.
É reconhecido como um dos maiores médiuns e oradores Espíritas da atualidade e o maior divulgador da Doutrina Espírita por todo o Mundo.
Seu currículo revela um exímio e devotado educador com mais de 600 filhos adotivos e mais de 200 netos e bisnetos, atendendo atualmente a cerca de 3.000 crianças, adolescentes e jovens de famílias de baixa renda, por dia, em regime de semi-internato e externato.
Orador com mais de 13.000 conferências, em mais de 2.000 cidades em todo o Brasil e em 64 países dos 5 continentes, tendo concedido 1.500 entrevistas para rádio e TV, no Brasil e no Exterior. Recebeu mais de 600 homenagens, de instituições culturais, sociais, religiosas, políticas e governamentais.
Como médium, publicou 250 livros, com mais de 8 milhões de exemplares, onde se apresentam 211 Autores Espirituais, muitos deles ocupando lugar de destaque na literatura, no pensamento e na religiosidade universais. Dessas obras, houve 92 versões para 16 idiomas (alemão, albanês, catalão, espanhol, esperanto, francês, holandês, húngaro, inglês, italiano, norueguês, polonês, tcheco, turco, russo, sueco e sistema Braille). Além de 17 escritos por outros autores, sobre sua vida e sua obra. A renda proveniente da venda dessas obras, bem como os direitos autorais foram doados, em Cartório, à Mansão do Caminho e outras entidades filantrópicas.
Espírita convicto, fundou o Centro Espírita Caminho da Redenção em 7 de setembro de 1947.
Dois anos depois, iniciou a sua tarefa de psicografia. Diversas mensagens foram escritas por seu intermédio. Sob a orientação dos Benfeitores Espirituais guardou o que escreveu, até que um dia recebeu a recomendação para queimar tudo o que escrevera até ali, pois não passava de simples exercício. Com a continuação, vieram novas mensagens assinadas por diversos Espíritos, dentre eles: Joanna de Ângelis, que durante muito tempo apresentava-se como Um Espírito Amigo, ocultando-se no anonimato à espera do instante oportuno para se identificar. Joanna revelou-se como sua orientadora espiritual, escrevendo inúmeras mensagens, num estilo agradável repassado de profunda sabedoria e infinito amor, que conforta as pessoas necessitadas dando diretriz espiritual.
Em 1964, Divaldo, sob orientação de Joanna de Ângelis, selecionou várias mensagens de autoria da mentora e enfeixou-as no livro Messe de Amor, que se tornou o primeiro livro psicografado por Divaldo. Atualmente, o médium é recordista e conta com 250 títulos publicados, incluindo os biográficos que retratam sua vida e obra.
 Fonte:www.divaldofranco.com/biografia.php